Pai e filho atuam pela mesma equipe no Paranaense de Handebol Infantil

 Pai e filho atuam pela mesma equipe no Paranaense de Handebol Infantil
 
Pela primeira vez participando do Campeonato Paranaense de Handebol Infantil, o elenco do Projeto M22 Maringá/Marialva demonstrou que veio pra buscar uma vaga no G4 da competição. 
 
Na rodada de abertura, a equipe venceu com tranquilidade seus adversários. No primeiro compromisso enfrentou os meninos da Prefeitura de Marechal Cândido Rondon, ganhando de 22 a 11, enquanto que de seus conterrâneos do Colégio Bittencourt/Marialva venceu de 25 a 18, resultado que colocou o time em 1º lugar do grupo A, a um jogo da classificação as quartas de final. “A grande dificuldade sempre é a primeira partida, é aquela tensão, parece que você está sem ritmo de jogo, então a primeira partida é primordial para que a equipe sinta mais segurança para melhorar no decorrer da competição”, destacou o treinador Ralph Correa de Moura.
 
 
Conforme o professor, a equipe marialvense treinou pra ficar entre as três melhores seleções estaduais da categoria sub-14, contudo é difícil prever quem alcançará êxito em seu objetivo. “A nossa competição está muito equilibrada, não tem como estimar ainda quem poderá ser o possível campeão, mas nós vamos brigar para estarmos entre os primeiros”, salientou.
 
De família esportista, Moura começou a jogar handebol com o irmão em Arapongas, após, com a mudança de cidade do irmão, assumiu os treinos e desde então não parou mais. Do handebol conheceu a esposa Rita, que por muitos anos jogou, e também foi responsável por despertar nos filhos o gosto pela modalidade. A filha Mayara defende a camisa do Esporte Clube Pinheiros e frequentemente é convocada para compor a Seleção Brasileira Adulta, o filho Guilherme joga por hobbie, enquanto o mais novo, Nicolas está dando seus primeiros passos no esporte e já se destaca pela sua atuação em quadra. “Nunca foram obrigados a jogar, se gostam do handebol é por consequência do nosso trabalho. Sempre acompanharam a gente, eu como técnico, a Rita como jogadora ou ela como minha acompanhante pra ajudar a cuidar do time feminino, os filhos iam junto e ficavam no alojamento, tinham a mesma vida que os atletas, passaram a gostar do handebol a partir dessa vivência. Então essa atitude do handebol nossa é de amor, é um complemento do meu amor próprio sendo estendido pra eles, são as raízes, é minha continuidade, os laços com eles são muito grandes”, comentou Moura.
 
Treinando há cinco anos na equipe marialvense, Moura diz que a cobrança em cima do camisa 10 é maior, que às vezes se policia para não exigir em demasia. “A cobrança pra ele é maior, às vezes preciso desacelerar, ser mais ponderado. Pra mim é muito gratificante ter meu filho na equipe”, expôs Moura.
 
 
O armador central não esconde a alegria de defender a equipe do pai: “É difícil dizer o que sinto ao lado desse cara, comecei treinando futsal e futebol, depois peguei amor pelo handebol através do que meu pai passava pra gente, fico muito feliz de poder jogar pela equipe dele, com ele”, declarou Nicolas. 
 
O elenco marialvense volta à quadra nesta sexta-feira (16), às 15h30, contra o time do Handebol/Alto Paraná/DDC/Fundação Banco do Brasil, que está retornando à competição estadual. 
 
Mais informações da competição você encontra na página do Facebook e a cobertura fotográfica no Flickr da Paraná Handebol.
 
O Campeonato Paranaense de Handebol Infantil conta com o apoio da Prefeitura de Maringá, por intermédio da Secretaria de Esportes e Lazer, da Federação Internacional de Handebol (IHF), da Confederação Brasileira de Handebol, da Secretaria do Estado do Esporte e do Turismo (SEET) e da Associação Paranaense de Árbitros de Handebol (APAH).
 
 
Liga de Handebol do Paraná
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